domingo, 10 de maio de 2009




Será? será que estamos predestinados a algo ou alguém...? ou limita mo-nos a escolher entre o que, por uso ou fundamento parece ser o mais correcto?

Devemos nós acreditar que se seguirmos os instintos estamos a tomar a atitude certa ou desacreditar-mo nos por completo numa busca pelo caminho cujo ponto de chegada já conhecemos?

Quem dera que as coisas fossem apenas coisas, feitas de matéria, palpáveis, fáceis de manejar, estratégicas e banais. Mas não são, pelo menos as que realmente importam. É por isso que inventamos o destino, para nos desculparmos pelas inúmeras violações de racionalidade e por acreditarmos que temos uma função, que somos realmente importantes e que algures existe uma hora marcada e um momento que nos vai pôr à prova, que vai marcar a direcção do trilho a que chamamos vida.

Mas acreditar no destino é sonhar e quem não sonha não vive, limita-se a caminhar até ao fim, sem parar para ver...

collide

Do you think time would pass me by?

Cause you know I'd walk a thousand miles...if I can just see you, tonight

terça-feira, 5 de maio de 2009

You sexy thing?

I believe in miracles
Where you from
You sexy thing?
I believe in miracles
Since you came along
You sexy thing
Where did you come from baby?
How did you know I needed you?
How did you knowI needed you so badly?
How did you knowI give my heart gladly?
Yesterday, I was one of the lonely people
Now you're lying next to me
Making love to me
Where did you come from angel?
How did you know i'll be the one?
Did you know your every thing I prayed for?
Did you know every night and day for?
Everyday using love as an invention
Now your lying next to me
Giving love to me
Yesterday, I was one of the lonely people
Now you're lying close to me
Giving love to me
I believe in miracles
Where you from
You sexy thing?
I believe in miracles
Since you came along
You sexy thing?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Dou-te o Mundo

Mais um dia na cidade, mais das mesmas pessoas, mais dos mesmos sítios, mais das mesmas conversas que aguardam o capítulo seguinte...menos de ti. Mais de tudo o que já nem se quer, porque sempre se tem...menos do que mais se quer, porque mesmo quando se tem, é limitado.
Aparece por aí, quebra o "mais do mesmo" e mostra-me que és tu que fazes a diferença, por muito que o cenário, as condições, o que nos rodeia possa ou não influenciar modos, diálogos e vivências. Porque és...porque aqui ou no outro lado do planisfério, se apareceres por aí, podes apostar, dou-te o Mundo...

quinta-feira, 12 de março de 2009


WOMEN...they can be worst than terrorists, just to catch what they want!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

nada é tudo


estranhamente bem, tão bem...


- não precisamos de quase nada para sermos felizes, aí está a mais pura das verdades.
Quando achamos que ter tudo (e tudo significa possíveis, impossíveis e companhia limitada)faz de nós campeões, melhores que o anterior e que o próximo, pontífices de um reino qualquer que nem reino se chama, felizes, por assim dizer (porque geralmente associamos o "ter o que queremos" ao conceito de felicidade) caímos em erro, como seres errantes que somos...porque felizes de verdade somos quando, em silêncio, nos sentimos bem, quando no meio de uma rua escura e sem trânsito a noite nos parece fantástica, quando a chuva não incomoda, quando o sol da manhã irradia tudo em redor, quando as músicas mais que batidas na compilação do ipod, parecem tocar pela primeira vez, feitinhas à nossa medida. É quando não há nada que nos demova, quando só queremos que seja assim para sempre (porque estamos sempre preocupados com o futuro, mania nossa). Tudo passa em instantes, mas aconteceram num tempo e num lugar e numa ocasião...foram nada ou quase nada, mas tudo...