sábado, 30 de janeiro de 2010
In a manner of speaking...
In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrified
So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
planning lifetime
Porque é que perdemos tanto tempo a planear o tempo?
por acaso o tempo faz-nos planos? o tempo dá-nos mais 5minutos de manhã para usufruirmos do "alegre termostato" da cama...deixa-nos margem de manobra para aproveitar lugares, momentos, situações...? permite-nos retardar as más vibrações e prolongar as boas sensações? A resposta é NÃO.
E porque é que não o desafiamos? porque somos suficientemente crescidinhos para nos acharmos no direito de quebrar as regras. Se ainda fossemos inocentes (não inconscientes) e há quem o seja fazíamos a suposta asneira e esperávamos que alguém nos fosse resgatar, salvar, chamar à atenção, fazer-nos a conversa de conveniência que nos chama de volta à Terra em queda livre.
Porque é que fazemos planos?
Bem, aí está a resposta. Se o tempo, mesmo não sendo condescendente, ainda nos permite escolher o que fazer com ele, não podemos "andar aos papéis", que é como quem diz...andar à toa. Convém ter uma noção do que queremos, e mais do que isso, promover as vontades à prática.
Mas atenção, também temos direito de fugir de vez em quando para organizar o sistema, que também tem as suas recaídas.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um dia vou saber porque é que isto é tão forte que é capaz de condicionar tudo o resto.
Um dia vou gritar por dentro e por fora o que és para mim
Um dia vou levar te comigo sem destino
Um dia vou roubar todo o teu tempo
Um dia vou perguntar te se sabes
porque é que um dia
tornaste cada um dos meus dias,
dias inesquecíveis...
e se esse dia vai durar para sempre nas nossas vidas
ou se um dia vai passar a ser apenas um dia para recordar
aquele dia, este dia, o dia de amanhã...
são dias teus, cheios de ti, cheios de nós.
Não interessa os dias que hão de vir,
Hoje é o dia!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
;)
É,
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
O tanto que somos...

Não, não morres. Jamais morres sem ser no veredicto final, na última gota...
Pensar, por vezes, que não estamos no nosso lugar, que nos falta qualquer coisa, que não estamos a encarar os factos de frente, que há algo preso na garganta e um nó no coração ou que estamos atados de pés e mãos, sem poder fugir para uma ilha deserta, sem regras nem decretos, sem quês nem porquês - isto e mais ainda - faz-nos definhar num pseudo-coma envolto em calafrios e desassossego. Essa paragem é afinal um choque de vida...um acordar do coma, para nos lembrar que não chegou o momento final e há por aí muita coisa à espera de ser descoberta, acabada, recomeçada, completa e iniciada. Que a única motivação possível vem de dentro e somos nós a encontrá-la, no tanto que somos.
Hoje escrevi não para sarar feridas, mas para curar os medos e os anseios.
domingo, 6 de setembro de 2009
beijo a beijo...toque a toque...frente a frente...
se os sentimentos falassem diriam que os esgotamos, que os cansamos de exaustão, quando lhes tocamos em flecha sem pedir licença...depois o silêncio é a única forma de expressão quando não há mais palavras que encham o espaço.
Há dias em que todas as coisas falam de ti...e cá dentro onde os sentimentos não podem falar, escuta-se...
se os sentimentos falassem diriam que os esgotamos, que os cansamos de exaustão, quando lhes tocamos em flecha sem pedir licença...depois o silêncio é a única forma de expressão quando não há mais palavras que encham o espaço.
Há dias em que todas as coisas falam de ti...e cá dentro onde os sentimentos não podem falar, escuta-se...
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