pendente
adj. 2 gén.
1. Que pende.
2. Pendurado, suspenso.
3. Inclinado, descaído.
4. Dependente.
5. Que não está ainda resolvido, que está por decidir.
6. Que está próximo a acontecer.
s. f.
7. Encosta ou declive de terreno.
s. m.
8. Brinco da orelha, pingente.
9. Heráld. A parte que pende da orla de um escudo, estandarte ou bandeira.
O ainda pode ser tão relativo...
domingo, 9 de maio de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Chama-lhe fraqueza, chama-lhe inconsciência, chama-lhe os nomes todos e olha para dentro de ti. Depois descobre que no fundo te chamas vazio, porque até as réstias do que foste queres apagar. Sim, obriga-te a um reset e depois diz-me se esse fabuloso restauro te traz felicidade. Juro que adorava, sem qualquer ironia intermédia, saber se essas certezas fulcrais te vão reger para sempre, se são ponto comum em tudo o que fazes e queres para ti. Se assim é brindo-te por tamanha convicção. Se bem que tenho cá para mim que essas tais certezas imaculadas não são mais que um caminho de penitência orgulhosa que teimas em trilhar.
Não penses que esqueci, que ignorei, que menti para fugir.
Não penses que deixou de doer. Não ouses sequer pensar que algum dia vai deixar. Não tentes alterar o que ninguém nos vai tirar porque aconteceu num dado lugar e tempo. Sim, é história da tua e da minha vida, que um dia foi nossa.
Lembro-te que és ferida em mim...que mora do lado errado do coração, que um dia foi certo. Não morreste não...isso são defesas que saltam do coração para a ponta da língua...oxalá também eu tivesse sido tão politicamente correcta.
Digo-te que devo ter um coração democrático para tentar ainda apelar à tua (in)consciência.
Conformar...diz me tu, que te dizes inconformista, como é que isso se faz.
Repito: és a minha maior mágoa, a única, a derradeira, a ferida aberta por muita coisa que ficou por acontecer.
O meu caminho é outro, se cruza ou não o teu não sei, não importa...
Só não sei ver-te fora da minha vida (queira isso dizer o que quer que interpretes)
já não me chocam as interpretações...
O meu barco, esse levo-o a porto seguro, mudei a rota, porque desse lado avizinham-se ventos e tempestades.
Queira eu que a tua bússola te aponte o Norte, por mais perdido que estejas.
Porque hoje, apenas isto me faz acreditar, que vou chegar onde só chega quem nunca teve medo de naufragar.
Não penses que esqueci, que ignorei, que menti para fugir.
Não penses que deixou de doer. Não ouses sequer pensar que algum dia vai deixar. Não tentes alterar o que ninguém nos vai tirar porque aconteceu num dado lugar e tempo. Sim, é história da tua e da minha vida, que um dia foi nossa.
Lembro-te que és ferida em mim...que mora do lado errado do coração, que um dia foi certo. Não morreste não...isso são defesas que saltam do coração para a ponta da língua...oxalá também eu tivesse sido tão politicamente correcta.
Digo-te que devo ter um coração democrático para tentar ainda apelar à tua (in)consciência.
Conformar...diz me tu, que te dizes inconformista, como é que isso se faz.
Repito: és a minha maior mágoa, a única, a derradeira, a ferida aberta por muita coisa que ficou por acontecer.
O meu caminho é outro, se cruza ou não o teu não sei, não importa...
Só não sei ver-te fora da minha vida (queira isso dizer o que quer que interpretes)
já não me chocam as interpretações...
O meu barco, esse levo-o a porto seguro, mudei a rota, porque desse lado avizinham-se ventos e tempestades.
Queira eu que a tua bússola te aponte o Norte, por mais perdido que estejas.
Porque hoje, apenas isto me faz acreditar, que vou chegar onde só chega quem nunca teve medo de naufragar.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
...
Tento esquecer-te. Deixei de falar de ti e de dizer o teu nome, deixei de o desenhar no espelho da casa de banho, quando o vapor inunda todas as superfícies. Em vez disso, tenho o coração embaciado de dúvidas e o olhar desfocado pelo absurdo do teu silêncio continuado, o olhar de quem aprende a adaptar-se a uma luz desconhecida, a uma nova realidade.Podemos ser o que quisermos...mas por uma fraca teimosia interna não queremos ser o que devíamos.
Frequentemente, fantasias de salvamento surgem com o pensamento. Se ele não permitir a nossa ajuda, se no seu livre-arbítrio decidir não aprender, não crescer, a relação está condenada. Talvez haja outra oportunidade noutra vida, a não ser que ele acorde tarde, mas acorde, nessa mesma. Despertares tardios também acontecem.
Não consigo olhar para dentro do meu coração sem te ver lá, mesmo que tenhas escolhido outro caminho.
Julgo que estou a tentar dizer-te que estás presente em tudo aquilo que eu sou, em tudo aquilo que eu fiz...
Frequentemente, fantasias de salvamento surgem com o pensamento. Se ele não permitir a nossa ajuda, se no seu livre-arbítrio decidir não aprender, não crescer, a relação está condenada. Talvez haja outra oportunidade noutra vida, a não ser que ele acorde tarde, mas acorde, nessa mesma. Despertares tardios também acontecem.
Não consigo olhar para dentro do meu coração sem te ver lá, mesmo que tenhas escolhido outro caminho.
Julgo que estou a tentar dizer-te que estás presente em tudo aquilo que eu sou, em tudo aquilo que eu fiz...
Aprender a gerir o amor é uma tarefa iniquiparável e reservada apenas aos audazes, àqueles que sabem abstrair.
Vais-me fazer falta, vou procurar-te em tudo o que me faça de ti lembrar...os teus bombons preferidos, o teu estilo, a tua marca de roupa favorita, os sítios onde me levaste e aqueles onde sei que gostavas de me ter levado, o café dos nossos breves pequenos almoços, as noites mal dormidas porque os lençóis não chegavam, aquilo que não contámos nem contamos a ninguém, as vezes em que deseperei e me disseste que não havia nada que não resolvesses e que ias estar sempre ao meu lado, quando eu punha a mesa e tu preparavas o jantar, aquele maravilhoso chocolate que devorávamos numa tarde...as nossas correrias entre o metro e o autocarro, aquela viagem cómica até moscavide (ficámos com tanto medo e só sabíamos rir daquilo), a tua voz e o teu jeito de falar, as tuas manias únicas, o teu suposto alzheimer precoce, o teu sorriso, os sinais, o "narizinho", as dezenas de nomes que inventámos para chamar um ao outro, só porque entre nós era diferente, os filmes que víamos antes de dormir,...as vezes em que bastava olharmos um para o outro para perceber o que ambos queríamos e nem eram necessárias as palavras para exprimir uma emoção, um desejo, uma vontade, um querer incontrolável. Fomos tão cúmplices, tão completos.
Tão somente por isto e mais, me diz, não a razão, mas o coração, que o amor não acaba assim...
Whatever love you can get and give, whatever happiness you can provide, every temporary measure of grace...whatever works (tudo pode dar certo...)
sábado, 30 de janeiro de 2010
In a manner of speaking...
In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrified
So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
...
Subscrever:
Mensagens (Atom)